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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Muito cansado? Conheça 14 causas que podem estar por trás de sua fadiga


O estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer dizer que você está precisando apenas de um descanso. Confira o que pode estar por trás dessa sensação de cansaço incessante.

Pouco tempo de sono


O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.
"A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia", explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.
Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso "físico", que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória.

Apneia do sono


Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. "Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia", conta o neurologista Shigueo Yonekura.
Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.
 

Sedentarismo


Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.
Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.
Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! "O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica", aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas. 
 

Anemia


A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.
"Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos", esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente. 
 

Alergia ao glúten


Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten. 
 

Consumo de café


Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza... "Ela não dá energia, só estimula a gastar", sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto. 
 

Desidratação


O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. "A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido", conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.
Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia. 
 

Cigarro


Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.
Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo - conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.
"Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar", completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.
 

Diabetes


Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.
"Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação", pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente. 
 

Distúrbios da tireóide 
(hipotireodismo ou hipertireodismo)


Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipotireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.
Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. "Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço", conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.
 

Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia



A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.
"A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças", conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.
A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. "A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças", explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.
Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente.
 

Depressão



Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.
Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. "Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina". 
 

Estresse


Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes - os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. "Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga", explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar! 
 

Doenças cardíacas


A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.
"O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer", alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.

Fonte: Minha Vida - Saúde, Alimentação e Bem-Estar
Imagens: Getty Images

domingo, 20 de outubro de 2013

Alimentos & Emoções






Banana - contra a ansiedade

Se você anda mais ansiosa que o normal, aposte na banana para elevar os níveis de serotonina. Quando os níveis desse neurotransmissor estão baixos, falha a comunicação entre as células cerebrais.

Aí você fica irritada e especialmente ansiosa. A fruta combina doses importantes de triptofano e vitamina B6. Juntas, as duas substâncias se tornam poderosíssimas na produção da serotonina.

Quanto consumir: 2 unidades por dia.



Mel - pura alegria

Triste sem motivo?

De novo a causa pode ser a serotonina de menos.

Nesse caso, o mel funciona como um calmante natural, pois aumenta a eficiência da serotonina no cérebro. Mas não é só aí que ele atua.

Quando alcança o intestino, ajuda a regenerar a microflora intestinal.

Resultado: o ambiente se torna mais propício para a produção de serotonina.

Surpresa?

Pois é, cerca de 90% do neurotransmissor do bom humor é produzido no intestino.

Quanto consumir: 1colher (sopa) / dia.


Abacate - amigo do sono

Dormir é tão importante para viver bem quanto comer direito e fazer exercícios.

Tem noite que o sono não vem?

Põe fé no abacate.

Tudo bem, ele tem gordura, mas é boa.

E oferece vitaminas que ajudam você a se entender melhor com o travesseiro.

A vitamina B3 equilibra os hormônios que regulam as substâncias químicas cerebrais responsáveis pelo sono.

Já o ácido fólico funciona como se fosse uma enzima, alimentando os neurotransmissores que fazem você dormir bem.

Quanto consumir: ½ abacate pequeno, 3x /semana.


Salmão - levanta o astral

Mau humor constante pode ser sinal de falta de ômega 3 no prato.

O representante oficial dessa gordura amiga é o salmão.

Mas existem outros peixes (atum, arenque e sardinha) que jogam seu astral lá para cima.

O ômega 3 melhora o ânimo porque aumenta os níveis de serotonina, dopamina e noradrenalina - substâncias responsáveis pela sensação de bem-estar.

Estudos também comprovam que este ácido graxo tira os radicais livres de cena e assim protege o sistema nervoso central.

Quanto consumir: 1 porção, 3x / semana.


Lentilha - afasta o medo

Angústia e medo podem estar relacionados ao desequilíbrio de cálcio e magnésio.

Essa dupla atua no balanceamento das sensações.

Além de incluir alimentos com cálcio (queijo e iogurte) e magnésio (acelga) na dieta, consuma mais lentilha. Ela tem efeito ansiolítico, ou seja, tranquiliza e conforta.

Isso porque é precursora da gaba, neurotransmissor que também interfere nos sentimentos.

Quanto consumir: 3 conchas pequenas / semana.


Nozes - mantém você concentrada

São muitos os nutrientes das nozes.

Mas é a vitamina B1 a responsável por essa fruta oleaginosa melhorar a concentração, pois a B1 imita a acetilcolina, neurotransmissor envolvido em funções cerebrais relacionadas à memória.

Quanto consumir: 2 nozes, 4x / semana.


Chá verde - espanta o estresse

Essa erva, a Camellia sinensis, tem fitoquímicos (polifenóis e catequinas) capazes de neutralizar as substâncias oxidantes presentes no organismo que, em excesso, deixam você cansada e estressada e acabam desorganizando o funcionamento do organismo.

O estresse é capaz de desencadear a síndrome metabólica, culpada por doenças como a obesidade e a depressão. Beber chá verde, conforme alguns estudos, melhora a digestão e deixa a mente lenta.

Quanto consumir: 4 a 6 xícaras (chá) / dia.


Brócolis - deixa a mente esperta

É comum você demorar alguns segundos para lembrar o número do seu telefone?

Este alimento é rico em ácido fólico, acelera o processamento de informação nas células do cérebro, conseqüentemente, melhorando a memória.

Porções extras desta verdura vão fazer você lembrar de tudo rapidinho.

Quanto consumir: 1 pires / dia.



Óleo de linhaça - dribla o apetite voraz

O óleo extraído da semente de linhaça e prensado a frio é uma fonte vegetal riquíssima em gordura ômega 3, 6 e 9.

Melhor: é um dos poucos alimentos com ômega numa proporção próxima do ideal, o que é imprescindível para que exerça suas funções benéficas.

Uma delas é regular os hormônios que ajudam a manter o sistema nervoso saudável.

Com isso, a ansiedade perde espaço e a cumpulsão à comida fica bem menor.

Quanto consumir: 1colher (sobremesa) / dia, antes das refeições principais.



Gérmen de trigo - acaba com a irritação

Assim como as nozes, o gérmen de trigo tem vitamina B1 e inositol, que reforçam a concentração. Mas por ter uma boa dose de vitamina B5, o gérmen é especialmente indicado como calmante, já que melhora a qualidade de impulsos nervosos, evitando nervosismo e irritabilidade.

Quanto consumir: 2 colheres (chá) / dia.



Tofu - espanta o desânimo

O queijo de soja tem o dobro de proteínas do feijão e uma boa dose de cálcio.

Também é rico em magnésio (evita o enfraquecimento das enzimas que participam de produção de energia) e ferro (combate a anemia).

Quando estes minerais estão em baixa no organismo, você se sente fraca e sem ânimo.

Mas é a colina, substância que protege a membrana das células cerebrais, que dá ao tofu o poder de acabar com o cansaço mental.

Quanto consumir: 1 fatia média / dia.

Fonte: Luiz Carvalho - Nutrólogo e Nutricionista

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Gestação Saudável


Na gravidez deve-se cuidar em termos físicos e emocionais.

A chance de ter uma gestação tranquila e um bebê saudável aumenta se a mãe seguir algumas orientações:

1. Organizar e planejar o pré-natal

O pré-natal é essencial para a saúde do bebê, e escolher o obstetra ou ginecologista o quanto antes ajuda a construir um bom relacionamento até a hora do parto.



2. Alimentar-se bem

É importante ter uma alimentação equilibrada e saudável.

O ideal é ter uma dieta que inclua verduras, legumes e frutas, carboidratos (de preferência integrais), proteína - que pode vir do peixe, da carne, do frango, dos ovos, de castanhas ou sementes - e também leite e laticínios em geral.



3. Ter cuidado com o que come

É melhor evitar determinados alimentos na gravidez, porque eles podem representar risco para o bebê se estiverem contaminados.

A listeriose, doença que provoca aborto espontâneo ou problemas graves no recém-nascido, pode ser transmitida por queijos como o brie, camembert, roquefort, gorgonzola e os queijos brancos tipo ‘frescal’ ou ‘de Minas’, estes últimos às vezes feitos com leite não pasteurizado.

Devido ao risco de toxoplasmose deve-se evitar comer carne crua ou malpassada.

Lavar bem verduras, legumes e frutas para tirar todo resquício de terra ou sujeira.

Infecções alimentares por salmonela são transmitidas por alimentos de origem animal, como carnes, peixes, ovos e leite.

Não se deve comer massa de bolo crua.        
  


4. Tomar suplemento de ácido fólico

Suplemento considerado vital na gravidez é o ácido fólico, que ajuda a prevenir problemas congênitos no bebê ligados ao fechamento do tubo neural, como a espinha bífida, ou mielomeningocele.

Trata-se de uma condição grave que acontece quando o tubo que abriga o sistema nervoso central, na coluna, não se fecha totalmente, o que pode causar deficiências.

Todas as mulheres que estejam pensando em engravidar devem tomar um suplemento diário de 400 mg de ácido fólico, desde antes da concepção até o fim do primeiro trimestre da gravidez.

No Brasil, as farinhas de trigo são fortificadas com ácido fólico para atingir toda a população, mas isso não elimina a necessidade do suplemento.

O folato também está presente em alimentos como as verduras (espinafre, brócolis e repolho, entre outros), o suco de laranja, a beterraba e o feijão.

Outros nutrientes importantes para a saúde da gestante e do bebê são o ferro e o cálcio, que podem ser supridos normalmente pela alimentação.

A maioria dos médicos receitam suplementos vitamínicos especiais para grávidas, que contêm reforços desses nutrientes.

A gordura natural dos peixes, como o ômega 3, tem um efeito benéfico no peso do bebê e no desenvolvimento do cérebro e dos nervos no final da gravidez.

Os peixes que mais contêm esse tipo de ácido graxo são o salmão, a sardinha, a truta, a cavalinha e o arenque.









5. Fazer atividade física regularmente

Um adequado programa de exercícios vai dar a força e a resistência necessárias para carregar o peso extra da gravidez e para aguentar o estresse físico do parto.

Também contribui para que se entre em forma mais rápido depois que o bebê nascer.

A atividade física ajuda a melhorar o humor, com a liberação da serotonina.

Se já se exercita, o mais provável é que possa continuar com a mesma atividade, desde que esteja se sentindo confortável. Porém não se podem realizar esportes em que se corra o risco de cair ou levar impactos.

Os mais benéficos são atividades mais amenas, como caminhadas, natação, hidroginástica e ioga.





6. Exercitar os músculos da região da vagina

Esse tipo de exercício devia ser feito por todas as mulheres desde a adolescência.

Além de combater o problema da incontinência urinária contribui para aumentar o prazer sexual, por isso é usado nas técnicas de ‘pompoarismo’.

A vantagem é que se pode fazê-lo a qualquer hora.

Os músculos do assoalho pélvico formam uma rede na base da sua pelve e sustentam a bexiga, a vagina e o reto.

Durante a gravidez, eles sofrem a pressão do peso do útero, e também ficam mais relaxados por causa das mudanças hormonais.

A prática diária dos exercícios ajuda a fortalecê-los.

Várias vezes por dia, enquanto se lava as mãos, escova os dentes ou prepara o café, pode fazer dez contrações lentas e dez rápidas dos músculos do assoalho pélvico.

Uma forma de fazer essas contrações é imaginar que está fazendo ‘xixi’ e interromper o fluxo imaginário de urina.



7. Não tomar remédios sem falar com o médico

Não tomar qualquer remédio sem antes perguntar para o médico se pode.

Se usar algum medicamento, deve-se perguntar na primeira consulta do pré-natal se pode continuar.

Antes da consulta, lembrar os problemas tidos com frequência e os remédios que se toma (ex. para alergia, cólicas, dor de cabeça, problemas de pele etc.).

Faça uma lista e verifique com o médico o que vai poder tomar se precisar.

Mas o ideal mesmo é evitar ao máximo tomar remédios.



8. Reduzir o consumo de cafeína

O café, o chá e os refrigerantes à base de cola e guaraná são estimulantes.

Pesquisas indicam que o excesso de cafeína pode contribuir para o risco de o bebê nascer abaixo do peso.

A quantidade máxima aceitável é de quatro cafezinhos por dia, mas o melhor é reduzir o consumo.



9. Parar de fumar e de beber

Mulheres que fumam têm risco maior de aborto espontâneo, de parto prematuro e de ter um natimorto.

Estudos mostram que grávidas que fumam um maço ou mais por dia têm mais probabilidade de ter um bebê com lábio leporino ou fenda palatina. O ideal é parar antes mesmo de engravidar.

O álcool chega rapidamente ao bebê pela placenta, e a grande ingestão durante a gravidez está ligada a doenças da síndrome alcoólica fetal, que inclui desde dificuldades de aprendizagem até problemas congênitos graves.

A orientação do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde é de não beber durante a gravidez.



10. Descansar

O cansaço e o sono sentidos no primeiro e no terceiro trimestre da gravidez não são nada mais que o corpo pedindo calma.

Uma soneca depois do almoço é importante, mas se não for possível pelo menos um repouso de meia hora, com os pés para cima.

Técnicas de relaxamento como ioga, alongamentos e massagem diminuem o estresse e colaboram para que se durma bem.





Fonte: http://brasil.babycenter.com